Ações de Formação com inscrições abertas

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Ações de Formação com inscrições fechadas

Escola Ciência Viva para professores de 1º ciclo

A oficina de formação, Escola Ciência Viva para professores integrará o projeto Escola Ciência Viva, da Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, que será implementado no Centro Ciência Viva de Braga (CCVB). Os professores que lecionam o 4º ano de escolaridade, irão frequentar, durante uma semana, várias atividades orientadas segundo a metodologia Inquiry Based Science Education (IBSE) de molde a promoverem, nos seus alunos atividades experimentais que vão de acordo ao que se preconiza nesta metodologia de ensino/aprendizagem. Os formandos realizarão as atividades orientadas pelos técnicos e professores do CCVB, posteriormente, executarão as metodologias apreendidas, aperfeiçoando-as e inovando-as em contexto de sala de aula, nomeadamente na aprendizagem das ciências através da investigação. Os resultados desta aplicação serão apmplamente discutidos e rfletidos em trabalhos de grupo. Este é um modelo de formação inovador baseado no trabalho de grupo, na observação de aulas e partilha de conhecimentos.

Artefactos digitais da Plataforma Hypatiamat para o 1.º Ciclo do Ensino Básico

Pretende-se, com esta ação de formação, munir os professores destinatários de uma ampla variedade de recursos que, depois de serem por eles analisados e explorados, os possam aplicar em contexto de sala de aula, com vista à promoção do desenvolvimento matemático dos seus alunos. O Hypatiamat é uma plataforma de aprendizagem que está desenvolvida numa interface tecnológica; neste sentido, visa capitalizar a familiaridade dos alunos e o seu gosto por estes ambientes para promover o seu envolvimento na aprendizagem da matemática e melhorar o seu rendimento escolar.

O Rugby na Escola. Do Tag Rugby ao Bitoque Rugby

O Rugby é uma modalidade pouco conhecida pela maioria da população portuguesa. A prática e exercitação do rugby no meio escolar está prevista nos planos de atividades como modalidade alternativa. Com esta tipologia de ação pretende-se transmitir formação inicial e complementar aos professores de educação física do 2 º e 3 ciclos.

Desporto Escolar Sobre Rodas – Implementação e Desenvolvimento do Projeto

Nota: Esta ação é exclusiva para professores da Direção de Serviços da Região Norte. A DGE-Divisão do Desporto Escolar em parceria com a DGAE-Direção-Geral da Administração Escolar, o IMT-Instituto de Mobilidade e Transportes e o Centro de Formação de Associação de Escolas Braga Sul proporciona aos professores dos grupos de recrutamento 260 e 620, formação para divulgação e capacitação dos professores no âmbito do projeto Desporto Escolar Sobre Rodas.

Capacitar para a metodologia Forest School

O modelo pedagógico Forest School (Floresta-Escola), desenvolvido em Inglaterra nos anos 90 do séc XX, é uma metodologia que tem como princípio basilar integrar a inteligência emocional e a ética no desenvolvimento integral da criança, através do contacto regular com a natureza, nomeadamente a floresta. Atualmente, existem cada vez mais evidências científicas que provam que a natureza tem um efeito positivo na saúde e no bem-estar físico e psicológico das crianças. Além de contribuir para uma melhor condição física e psicológica das crianças e jovens, a natureza tem ainda a virtude de constituir um excelente espaço de experimentação e de aprendizagem integral, autónoma e estimulante.

Jornadas sobre recursos micológicos: diversidade e importância

Estas Jornadas pretendem capacitar os professores de Biologia e Geologia, de Ciências da Natureza, de Geografia e de Ciências Agro-Pecuárias para a importância dos recursos micológicos e para o enorme potencial educativo que esta área representa, constituindo pra os destinatários indicados matéria curricular expressas nas aprendizagens essenciais das disciplinas. O objetivo é proporcionar aos participantes conhecimentos sobre a biodiversidade e importância dos fungos e leveduras, nomeadamente das uvas, dos cogumelos, silvestres ou em produção, em diversas condições ambientais, e relacionar a sua importância com práticas que promovam a sustentabilidade do planeta da sociedade e da economia. A identificação de cogumelos silvestres em segurança e as boas práticas na colheita dos mesmos é também desígnio destas Jornadas. Inclui uma saída de campo à Serra da Cabreira para a sua localização, colheita de cogumelos e posterior identificação e calssificação, pelo que o número de formandos nestas Jornadas terá necessariamente, de ser exíguo, com vista a um acompanhamento personalizado e a uma maior eficácia dos propósitos da formação. Ambiciona-se, ainda, que esta formação promova a implementação, na sala de aula com os alunos, de aulas práticas, preferencialmente, com saídas de campo e atividades laboratoriais, de molde a motivar, integrar e fomentar aprendizagens significativas nos seus alunos, aquando da abordagem dos fungos e leveduras nas matérias curriculares. A produção micológica de cogumelos, nomeadamente as vantagens da sua utilização na alimentação, dando a conhecer o impacto na saúde, a sua utilização na indústria, nomeadamente na farmacêutica, são algumas das abordagens a ter também em consideração nestas Jornadas.